- Marllon Kwê
- 8 de ago.
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A eleição para o Governo do Maranhão em 2014 apresenta um contraste que pode ser lembrado na disputa eleitoral de 2026: o candidato apoiado pelo grupo que comandava o Estado conseguiu reunir uma ampla aliança partidária, mas não foi capaz de transformar o número de partidos em vitória nas urnas.
Naquele ano, Lobão Filho (PMDB) foi o candidato da coligação “Pra Frente Maranhão”, formada por nada menos que 18 partidos: PMDB, PSL, PEN, PSDC, PRP, PTN, PMN, PSC, PHS, PRTB, PR, PRB, DEM, PSD, PV, PT, PTB e PT do B.
Mesmo com uma das maiores alianças partidárias já reunidas em torno de uma candidatura ao Governo do Maranhão, Lobão Filho não foi eleito.
Do outro lado estava Flávio Dino (PCdoB), candidato da coligação “Todos pelo Maranhão”, que reunia nove partidos: PP, SD, PROS, PSDB, PCdoB, PSB, PDT, PTC e PPS.
Dino tinha Carlos Brandão (PSDB) como candidato a vice-governador. A chapa acabou sendo eleita e marcou a chegada de Dino ao Governo do Maranhão, encerrando um longo ciclo de predominância do grupo político liderado pela família Sarney no comando do Estado.









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